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Apresentação

O presente Trabalho de Conclusão de Curso tem como objetivo o desenvolvimento do projeto arquitetônico de um Museu da Ditadura Militar, concebido como espaço de memória, reflexão e educação histórica, sendo a proposta principal, resgatar e preservar a memória do período da ditadura militar no Brasil (1964–1985), promovendo o reconhecimento das violações de direitos humanos ocorridas e contribuindo para a construção de uma consciência crítica coletiva.

O projeto fundamenta-se em pesquisas históricas, referenciais teóricos sobre arquitetura da memória, museologia contemporânea e estudos de casos de museus e memoriais nacionais e internacionais. A implantação do museu considera sua relação com o entorno urbano, valorizando o espaço público e o percurso do visitante como elemento narrativo. A organização espacial é pensada de forma simbólica, utilizando luz, materialidade, percursos e vazios arquitetônicos como recursos expressivos para representar repressão, resistência e liberdade.


A proposta arquitetônica prioriza a experiência sensorial e emocional do usuário, integrando espaços expositivos, áreas de documentação, ambientes educativos e espaços de contemplação. O projeto tem como premissa arquitetônica refletir o conceito de enclausuramento através do partido sendo esse apresentado através do concreto moldado in loco.


A rampa de acesso ao programa museológico apresenta aos visitantes a proposta de percurso circular tal qual a história que por sua vez apresenta-se cíclica na vida da humanidade e ainda que venha dos porões se apresentará a um espaço florido e vivo, embora o elemento que conduza aos espaços expositivos seja uma rampa, ela também incorpora princípios de acessibilidade universal, buscando um edifício inclusivo e socialmente responsável.


Conclui-se que a arquitetura pode atuar como instrumento de memória e justiça histórica, reforçando o papel do museu como espaço ativo de aprendizado, diálogo e reflexão sobre o passado

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Dedicatória

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Ao meu pai, pintor de mundos e cores,
que me ensinou, muito antes dos livros,
que a beleza nasce do olhar atento
que cada traço de um lar carrega uma história.
Foi nos seus pincéis que descobri a coragem de criar,
e nas suas paredes, a certeza de que a arte
pode construir pontes entre sonhos e realidade.
Hoje, sei que cada linha que desenho
tem um pouco da sua mão firme
e da luz que sempre colocou em tudo que tocava.
Obrigado por ter sido minha inspiração,
meu primeiro mestre
e minha eterna inspiração.

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Agradecimentos

À minha família, primeiro abrigo que a vida me deu
e arquitetura mais perfeita que já conheci.
À minha esposa e filha que sustentaram meus passos
quando meu próprio alicerce tremeu.
A cada carinho, ao silêncio compreendido,
as ausências e madrugadas que venceram o viver.
Se hoje traço linhas e desenho o futuro,
É porque minha base é firme e forte,
independente do solo que eu pise.
O campo que se abre a partir deste momento,
é o resultado da vivência coletiva da acreditação.
O que sempre desejei e o que continuo desejando,
é a firmeza e a beleza do olhar das minhas amadas.
A vocês guardei o melhor de mim, sintam-se abraçadas.

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@2026. Museu da Ditadura Militar

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